Fish


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Observe em uma laringe isolada, e em peças plásticas, identifique as cartilagens da laringe: epiglótica, tireóide (proeminência, cornos, incisura),
cricóide,
aritenóides e corniculadas; verifique como estas cartilagens estão unidas umas às outras por ligamentos e músculos. Observe a cavidade laríngica e identifique suas porções: o ádito da laringe, o vestíbulo e a cavidade infra-glótica; as pregas vestibulares (cordas vocais falsas), as
pregas vocais
(cordas vocais verdadeiras), e o ventrículo da laringe (lembre-se que neste, encontra-se a tonsila laríngica).




Localize a traquéia e veja sua bifurcação dando origem aos brônquios principais, direito e esquerdo, identifique os anéis traqueais, em forma de C, de tal modo que a parede posterior é membranácea; observe os ligamentos anulares. Identifique a estrutura dos
brônquios principais e suas características (o calibre, comprimento e direção).



No pulmão D identificar lobos superior, médio e inferior e as fissuras (oblíqua e horizontal). No pulmão E, identifique os lobos, superior e inferior e a língula, localizada na porção inferior do lobo superior. Note as diferenças entre os pulmões direito e esquerdo. Na face medial dos pulmões, identifique o hilo do pulmão esquerdo (artéria
brônquio e veia) e do pulmão D (brônquio, artéria e veia); que são os elementos que constituem a raiz do pulmão, juntamente com nervos e linfáticos.


SISTEMA RESPIRATÓRIO
Observe a forma do dorso do nariz e identifique no nariz: base, narinas, ápice, asas e a columela. Examine um crânio e identifique os ossos que formam o esqueleto ósseo do nariz (processos frontais das maxilas e osso nasal). Identifique a abertura piriforme (abertura anterior visualizada no esqueleto) e as coanas (abertura posterior).
Observe através da abertura piriforme a cavidade nasal; identifique a formação do septo nasal ósseo (lâmina perpendicular do
etmóide, osso vômer e cartilagem do septo).
Identifique: vestíbulo nasal, límen nasal e a cavidade nasal propriamente ditam.







Em uma hemi-cabeça, na qual foi retirado o septo nasal, identifique as conchas nasais superior, média e inferior, e os meatos nasais superior, médio e inferior, as conchas nasais superiores e médias fazem parte do osso etmóide, enquanto que as inferiores são ossos próprios da face.
Identifique as aberturas dos seios paranasais e a abertura do ducto naso-lacrimal; identifique os seios paranasais.
Localize a faringe e identifique suas partes: nasofaringe, orofaringe e laringo-faringe. Na nasofaringe, delimite as coanas, e identifique o tórus tubário, o óstio faríngeo da tuba auditiva e a tonsila faríngea (referida como adenóide quando inflamada). Por trás do tórus tubário identifique o recesso faríngeo e partindo do tórus as pregas: salpingo-nasal, salpingo-faríngea e salpingo-palatina.










No cadáver, identifique a
pleura pulmonar
visceral e a pleura parietal; observe como os pulmões "descansam" sobre o músculo
diafragma. Em peças isoladas, identifique o ápice e as faces do pulmão (costal, mediastinal e diafragmática).














Para que as células do corpo possam
desempenhar suas atividades metabólicas em condições aeróbias, elas necessitam de um suprimento constante de oxigênio e uma maneira eficiente de remover o dióxido de carbono.

Além do suprimento de oxigênio e remoção do dióxido de carbono, o sistema respiratório torna possível a vocalização.

A troca de oxigênio e o dióxido de carbono
(hematose) entre o ar e o sangue ocorre nos pulmões.

O ar entra pelo nariz ou pela boca e passa pela faringe e converge para os pulmões pela traquéia, que forma uma ramo œ um brônquio œ para cada pulmão.

No pulmão, cada brônquio se divide várias vezes em túbulos menores chamados bronquíolos que, finalmente, terminam em pequenos sacos aéreos chamados alvéolos
(onde ocorre a troca gasosa).


ANATOMIA DO SISTEMA
RESPIRATÌRIO

O sistema respiratório consiste de nariz, cavidade do nariz, faringe, laringe, traquéia, brônquios e pulmões.

NARIZ E CAVIDADE DO NARIZ

ANATOMIA HUMANA Ms. Douglas José Nogueira
que podem entrar no sistema respiratório durante a inspiração.

O septo do nariz divide a cavidade do nariz em câmaras direita e esquerda. O teto ósseo
da cavidade do nariz é formado pela lâmina crivosa do osso etmóide.

As paredes laterais que são irregulares, são formadas pelas concha nasais superiores e médias do osso etmóide e pelas conchas nasais inferiores.

O assoalho da cavidade do nariz é formado pelo palato duro, ósseo e mais posteriormente pelo palato mole (muscular). O palato separa
a cavidade do nariz da cavidade da boca.

O vestíbulo do nariz é revestido por epitélio escamoso estratificado que é contínuo com a pele. O restante do nariz, a sua cavidade e os seios paranasais são revestidos por uma mucosa contínua de epitélio pseudo- estratificado ciliado, que contém numerosas glândulas mucosas.

A mucosa tem um extensivo suprimento sangüíneo que aquece o ar inalado. Por outro lado, essa mucosa satura o ar de água quando de sua passagem.

Uma camada de muco que cobre as mucosas protege o sistema respiratório por reter pequenas partículas que conseguem ultrapassar os pêlos das narinas.

FARINGE

A faringe é um tubo que serve tanto ao
sistema respiratório como ao sistema digestório.

O ar entra no sistema respiratório através das narinas, que conduzem ao vestíbulo do nariz. A parte inferior do vestíbulo contém pêlos que servem para reter as maiores partículas

Comunica-se com a cavidade do nariz
(através das coanas), com a cavidade da boca
(através das fauces), com o ouvido médio
(através das tubas auditivas), com a laringe
(através da glote) e com o esôfago.

É uma estrutura musculosa revestida por uma mucosa que é contínua com a mucosa das partes com as quais se comunica.

A faringe pode ser dividida descritivamente em três partes: parte nasal da faringe
(nasofaringe), parte bucal da faringe
(bucofaringe) e parte laríngea da faringe
(laringofaringe).

A nasofaringe está localizada imediatamente atrás da cavidade do nariz e é contínua com ela através das coanas.

Na sua parede lateral recebe as tubas auditivas, onde localizam-se pequenas massas de tecido linfóide, chamadas tonsilas tubárias. Na parte posterior está a grande tonsila
faríngea.

A bucofaringe é continuação da nasofaringe, estendendo-se desde o palato mole até o começo da laringofaringe.

LARINGE

Comunica-se com a cavidade da boca através
das fauces, recebendo alimento da cavidade
da boca e ar da nasofaringe. Durante o exercício, no entanto, o ar pode entrar também pela bucofaringe.

A bucofaringe é revestida por uma membrana mucosa de epitélio escamoso estratificado, para proteger a região de alimentos abrasivos.

Nas paredes laterais estão duas tonsilas palatinas (amígdalas). Infiltrada na base da língua encontra-se a tonsila lingual.

A laringofaringe estende-se desde a bucofaringe, acima, até o esôfago, abaixo. Comunica-se anteriormente com a laringe.

Como a bucofaringe, a laringofaringe serve como passagem de alimento e de ar, possuindo os mesmos revestimentos internos
da bucofaringe.

A laringe conecta a laringofaringe com a traquéia, situada abaixo dela. O ar que vai para o pulmões ou deles é proveniente passa através da laringe.

Qualquer substância sólida que entra na laringe, como alimento, é geralmente expelido por uma tosse violenta. A laringe forma a proeminência laríngea (—pomo de Adão“) na face anterior do pescoço.

Esta proeminência é particularmente visível nos homens logo após a puberdade, quando a laringe torna-se maior do que nas mulheres e
a região anterior de seu esqueleto forma um ângulo mais agudo.

A laringe é formada por nove cartilagens, três ímpares e três pares. Essas cartilagens são mantidas juntas, e unidas ao osso hióide acima e à traquéia abaixo.

A cartilagem tireóidea é a maior das cartilagens ímpares, a qual produz a proeminência laríngea. Logo abaixo da cartilagem tireóidea está a cartilagem cricóidea, em forma de anel.

A epiglote, que é a terceira cartilagem ímpar, está fixada por sua extremidade mais estreita
na face interna da região anterior da cartilagem tireóide (sua porção superior projeta-se como uma aba atrás da base da língua.

Durante a deglutição, a laringe é puxada para cima, encostando-se na epiglote que tende a desviar sólidos e fluídos para longe da abertura da laringe em direção ao esôfago.

As cartilagens aritenóideas são as mais importantes das cartilagens pares. Possuem a forma de uma pequena pirâmide e se localizam na borda superoposterior da cartilagem cricóidea.

As outras cartilagens pares, cuneiformes e corniculadas, são pequenas e muito relacionadas com as cartilagens aritenóideas.

A mucosa que cobre a epiglote e as partes superiores da laringe, é revestida por um epitélio escamoso estratificado. O restante da laringe é revestido por um epitélio colunar ciliado pseudo-estratificado.

TRAQUÉIA

A traquéia é um tubo de aproximadamente 2,5 cm de diâmetro e 11 cm de comprimento. Estende-se desde a laringe até o nível da sexta vértebra torácica, onde ela se divide em brônquios principais direito e esquerdo.

O caminho do ar da traquéia está rodeado por uma série de anéis de cartilagem em forma de
—C“ que têm por finalidade impedir que as paredes do tubo se colapsem.

Músculo lisos e densas fibras de tecido conjuntivo mantêm os anéis unidos posteriormente.

A traquéia é revestida por uma membrana mucosa de epitélio pseudo-estratificado colunar ciliado que contêm numerosas glândulas mucosas.

Como os cílios se movimentam para cima, eles tendem a carregar partículas estranhas e excessiva secreção mucosa para fora, desde os pulmões até a faringe, onde são deglutidos.

BRÓNQUIOS, BRONQUÈOLOS E
ALVÉOLOS

Quando a traquéia passa atrás do arco da
aorta, ela se divide em dois ramos curtos:
brônquios principais direito e esquerdo.

Cada brônquio principal se divide em ramos ainda menores, os brônquios lobares, um para cada pulmão. Estes por sua vez, dividem-se em muitos brônquios segmentares, que continuam se dividindo repetidamente até formar os bronquíolos.

Os bronquíolos dividem-se muitas vezes formando os bronquíolos terminais, cada um dos quais dá origem a diversos bronquíolos respiratórios.

Os bronquíolos respiratórios dividem-se em vários ductos alveolares que terminam em diminutos sacos de paredes finas, os alvéolos pulmonares. Freqüentemente os alvéolos abrem-se numa câmara comum chamada saco alveolar.

A árvore brônquica é revestida por um epitélio pseudo-estratificado colunar ciliado, entretanto, nos bronquíolos respiratórios o epitélio perde os cílios e muda as células cuboidais para escamosas à medida que os bronquíolos se estendem distalmente.

PULMÕES

Os pulmões têm forma semelhante à de um cone, com o ápice pontiagudo de cada um sobrepassando o estreito espaço do alto da cavidade torácica, atrás da clavícula.

A base de cada pulmão é larga e côncava e descansa sobre a superfície convexa do diafragma. Uma depressão chamada hilo é encontrada na face mediastinal do pulmão.

O hilo é a região onde as estruturas que formam a raiz do pulmão (o pedículo) - isto é,
os brônquios, vasos sangüíneos, linfáticos e nervos œ entram e saem do pulmão.

A face costal, que se posiciona contra as costelas é arredondada seguindo a curvatura das costelas. O pulmão esquerdo apresenta uma concavidade para coração, chamada incisura cardíaca, na sua face mediastinal.

Cada pulmão é divido em lobos superior e inferior por uma fissura oblíqua. O pulmão direito é ainda dividido por uma fissura horizontal que delimita um lobo médio.

Os dois pulmões são separados por um espaço chamada mediastino. Importantes estruturas estão localizadas no mediastino, incluindo o coração, a aorta, as veias cava, os vasos pulmonares, o esôfago, parte da traquéia e dos brônquios, e o timo.

Cada pulmão é envolvido por um saco de paredes duplas chamado pleura (ambas de

membrana serosa). A porção da pleura que adere firmemente aos pulmões é a pleura visceral (ou pulmonar) e, a porção que reveste
as paredes da cavidade torácica é a pleura parietal.

Entre estas duas camadas, há uma cavidade pleural extremamente delgada, que é preenchida pelo fluído pleural. Este é secretado pela pleura e age como lubrificante para reduzir o atrito entre as duas camadas durante os movimentos respiratórios.

Os alvéolos são supridos por ramos da artéria pulmonar (sangue pobre em O2), enquanto pequenas artérias brônquicas, ramos da parte torácica da aorta (sangue rico em O2) suprem os brônquios.

Assim, as artérias pulmonares carregam sangue que deverá ser oxigenado nos alvéolos, enquanto o sangue das artérias brônquicas providencia a nutrição dos tecidos pulmonares.

O ar nos alvéolos está separado do sangue por uma membrana respiratória muita delgada formada pelo epitélio alveolar e sua lâmina basal e pelo endotélio dos capilares e sua lâmina basal.

Para uma difusão eficiente do oxigênio e do dióxido de carbono, a membrana respiratória deve estar úmida, consequentemente, as faces alveolares expostas ao ar estão cobertas por uma delgada película de fluido.

Na membrana respiratória das paredes alveolares são encontradas células fagocíticas, sendo encontradas também, no espaço alveolar livre.

MECÂNICA RESPIRATÌRIA

Inspiração: movimento do ar em direção aos pulmões que ocorre quando a pressão nos pulmões cai abaixo da pressão atmosférica. O ar entra e restabelece o equilíbrio da pressão.

Expiração: movimento do ar para fora dos pulmões, de volta à atmosfera que ocorre quando o volume da cavidade torácica decresce, fazendo com que a pressão dos pulmões seja maior do que a pressão atmosférica.

Durante a respiração normal, cerca de 500 ml de ar entra e sai dos pulmões. Este é o chamado volume circulante ou corrente. Existe o volume de reserva inspiratório
(volume extra de ar = 3000 ml) que pode ser inspirado ale do ar circulante. Há ainda o volume de reserva expiratório, que é o volume adicional de ar a ser expirado (cerca de 1200 ml).

A capacidade vital representa a máxima quantidade de ar que pode ser movimentada para dentre e para fora dos pulmões. É a soma dos três tipos de volumes. Nos homens a capacidade é de 4700 ml e nas mulheres é de
3400 ml. Há também o chamado volume
residual que não é incluído na capacidade vital, chegando aproximadamente 1200 ml em homens e 1000 ml nas mulheres.

Sistema respiratório é o conjunto de órgãos responsáveis pela entrada, filtração, aquecimento, umidificação e saída de ar do nosso organismo. Faz as trocas gasosas do organismo com o meio ambiente, oxigenando o sangue e possibilitando que ele possa suprir a demanda de oxigênio do indivíduo para que seja realizada a respiração celular. O processo de troca gasosa no pulmão — oxigênio por dióxido de carbono — é conhecido como hematose pulmonar.

Os órgãos do sistema respiratório, além de dois pulmões, são: fossas nasais, boca, faringe (nasofaringe), laringe, traquéia, brônquios (e suas subdivisões), bronquíolos (e suas subdivisões), diafragma e os alvéolos pulmonares reunidos em sacos alveolares.

Em condições normais de respiração, o ar passa pelas fossas nasais onde é filtrado por pêlos e muco e aquecido pelos capilares sanguíneos do epitélio respiratório (tecido altamente vascularizado). Passa então pela faringe, laringe, traquéia, brônquios, bronquíolos (lat. pequenos brônquios), depois alvéolos (onde ocorre a hematose).

A função do sistema respiratório é basicamente garantir as trocas gasosas com o meio (hematose), mas também ajuda a regular a temperatura corpórea, o ph do sangue e liberar água. Os componentes são nasofaringe, laringe, traquéia e os pulmões.

A inspiração e a expiração são processos passivos do pulmão já que ele não se movimenta, isso fica a cargo do diafragma, dos músculos intercostais e da expansibilidade da caixa torácica, que garante a conseqüente expansão do pulmão graças à coesão entre pleura parietal (fixa na caixa torácica) e a pleura visceral (fixa no pulmão).

O ar inspirado, rico em oxigênio, passa pelas vias respiratórias, sendo filtrado, umedecido, aquecido e levado aos pulmões. No íntimo pulmonar o oxigênio do ar inspirado entra na circulação sanguínea e o dióxido de carbono do sangue venoso é liberado nos aovéolos para que seja eliminado com o ar expirado. O ar expirado é pobre em oxigênio, rico em dióxido de carbono e segue caminho oposto pelo trato respiratório.

A respiração é um processo "semi-automático", que permite a intervenção do sistema nervoso central, mas normalmente é controlada pelo bulbo (que controla a amplitude e frequência da respiração), o diafragma é controlado pelo nervo frênico. O bulbo é sensível às variações de pH do sangue. Ao faltar oxigênio na corrente sanguínea, ocorre um aumento da concentração do ion bicarbonato ( HCO3− , forma na qual ocorre a maior parte do transporte de CO2 no sangue) de caráter ácido, acarretando uma redução do pH e a consequente resposta do bulbo a esta variação, que consiste em aumentar a frequência respiratória.


[editar] Vias respiratórias
São assim denominadas as estruturas responsáveis pelo transporte do ar aos pulmões no organismo humano. Essas estruturas são anatomicamente separadas em:

Fossas nasais (nasofaringe)
Faringe
Laringe
Traquéia
Brônquios, subdivididos em:
Brônquios principais
Brônquios lobares
Brônquios segmentares
Bronquíolos (respiratórios e terminais)
Alvéolos
O epitélio respiratório (pseudoestratificado, ciliado, não-queratinizado) é a mucosa que reveste boa parte do trato respiratório, estendendo-se das fossas nasais até os brônquios. Esse epitélio é reponsável pela filtração, aquecimento, e umidificação do ar inspirado. A filtração é possível graças à presença de muco secretado pelas células caliciformes e dos cílios que orientam seus batimentos em direção à faringe, impedindo a entrada de partículas estranhas no pulmão; enquanto o aquecimento é garantido pela rica vascularização do tecido, principalmente nas fossas nasais.

A laringe tem importante função ao impedir a entrada de alimento nas vias aéreas inferiores e garantir a fonação. Ela é formada por nove peças de cartilagem: a cartilagem tireóide, localizada anteriormente e em forma de duas placas formando um diedro, esta é a cartilagem da laringe que forma a proeminência laríngea ou pomo-de-adão; inferiormente instala-se a cartilagem cricóide, que possui um formato de anel e conecta-se com a extremidade superior da traquéia; posteriores à cartilagem tireóide está o par de cartilagens aritenóides, que são presas à região supero-posterior da catilagem cricóide; fixas sobre cada cartilagem aritenóide encontra-se uma cartilagem corniculada; anteriores às cartilagens aritenóides e posteriores à cartilagem tireóide encontram-se as duas cartilagens cuneiformes; e por cima da estrutura da laringe se encontra a cartilagem epiglótica, mobilizável pelos músculos da laringe para fechar a epiglote durante a deglutição. Todas essas cartilagens são unidas por tecido fibroso e músculos. As cordas vocais são duas pregas músculo-membranosas presentes na parede posterior da cartilagem tireóide, que aumentam ou reduzem a luz da rima da glote (abertura entre as cordas vocais) produzindo sons durante a passagem de ar.

A traquéia é formada por anéis incompletos de cartilagem em forma de "C", feixes musculares lisos, uma capa interna de epitélio respiratório, e mais externamente de tecido conjuntivo que envolve todas essas estruturas. Inferiormente se subdivide e da origem a dois brônquios que penetram no pulmão pelo hilo do pulmão.

Os brônquios, à medida que penetram no pulmão, vão sofrendo sucessivas ramificações até virarem bronquíolos terminais.